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Existe uma diferença básica entre o treino forte e overtraining. Enquanto o treino forte exige das capacidades e leva o atleta ao melhor desempenho, o overtraining ocorre quando o atleta faz mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar.

Quando o ele exagera na atividade física sem ter o descanso adequado, e faz uma dieta incorreta, o efeito é prejudicial à saúde e seu desempenho. As consequências vão da ordem muscular, passando por problemas nas articulações, e resultam em malefícios no sistema imunológico e no aspecto psicológico do corredor.

Acredita-se a síndrome de overtraining esteja relacionada com uma estratégia de treino denominada “teoria da supercompensação”, que se fundamenta no princípio da sobrecarga progressiva. Essa teoria afirma que as reservas energéticas gastas durante o processo de contração muscular são repostas apenas no período de recuperação, ou seja, de descanso. Há também o efeito grave do desgaste das articulações, que pode prejudicar o atleta drasticamente.

Esse problema atinge principalmente mulheres e corredores de média e longa distância e implica em problemas das mais diversas ordens, como insônia, lesões agudas e crônicas, o sistema hormonal se desequilibra, irritabilidade, diminuição da performance e alteração da pressão arterial.

Para prevenir o overtraining é essencial obedecer ao treinador,  conhecer o corpo, e identificar sensações como preguiça, cansaço, exaustão para saber respeitar os limites do corpo.

Faz parte do processo natural de envelhecimento do corpo o desgaste da musculatura, articulações, tecidos e órgãos. E com isso, surgem as tão faladas dores na terceira idade.

Apesar de serem comuns, dores não podem ser ignoradas, e tanto as causas, quanto tratamentos devem ser buscados junto ao médico geriatra, assim como também devem ser discutidas ações de prevenção. Dessa forma são encontradas soluções para melhora na qualidade de vida do idoso.

Veja quais são as queixas mais comuns nessa fase:

Osteoartrose: também conhecida como artrose ou osteoartrite, é caracterizada por um processo natural de deterioração lenta e progressiva da cartilagem articular que recobre as extremidades ósseas e amortecem os impactos no joelho, quadril e ombros. A doença atinge principalmente pessoas acima de 55 anos e as mulheres são afetadas mais cedo, devido às alterações hormonais próprias do envelhecimento feminino. Os sintomas são dores e a sensação de rigidez. Algumas ações de prevenção podem ser discutidas com médicos especialistas e o tratamento é feito com exercícios, fisioterapia, anti-inflamatórios e analgésicos.

Artrite: quando ocorre uma inflamação das articulações, que causa dor e rigidez. Também atinge predominantemente o sexo feminino. Além da idade, é preciso estar atento ao excesso de peso, traumas e até mesmo genéticos. O tratamento varia de acordo com a causa da artrite e consiste no uso de medicamentos prescritos pelo médico para aliviar as dores no idoso.

Problemas de coluna: as pessoas idosas apresentam alterações fisiológicas como a diminuição da massa óssea, que geralmente leva à osteoporose, e traz com ela os problemas de coluna. O tratamento deve sempre ser indicado por um profissional especializado. Mas vale a pena investir nas boas práticas de postura, atividades físicas regulares e controle do peso corporal.

Doença Vascular Periférica: os vasos sanguíneos também sofrem modificações por degeneração natural ou derivada de fatores externos. As paredes das artérias engrossam e acumulam calcificações, tornando-se rígidas. Isso altera o fluxo sanguíneo, o que pode causar dor, especialmente nas pernas. Esse quadro também pode levar a outras doenças, como hipertensão arterial.

Muitas vezes as dores nas juntas que levam à buscar o aconselhamento médico persiste além do que esperávamos, perturbando nosso dia-a-dia e reduzindo nossa qualidade de vida.

Nesses momentos surge o questionamento quanto à prática de reabilitação que nos foi prescrita. Será que o que foi recomendado realmente está sendo eficaz? Ou ainda, será que estamos seguindo as recomendações de forma adequada? Quais os principais mitos sobre a solução para estas dores?

1. Exercícios de reabilitação: muitas vezes, são passadas atividades que buscam estabilizar posições instáveis do nosso corpo. Algumas vezes, é preciso dominar as posições e movimentos estáveis muito antes de partir para qualquer instabilidade. A percepção da velocidade com que se avança cada etapa na recuperação é essencial.

2. Exercícios genéricos: casos específicos devem ser abordados de forma específica. O fortalecimento da musculatura de forma geral é frequente indicado para a reabilitação de articulações. Porém, deve-se atentar e focar nos exercícios que atuam na musculatura da região afetada, ao invés de praticar exercícios multi-articulares. É preciso identificar a debilidade e desenvolver a musculatura fragilizada.

3. Atuar em músculos “encurtados” ou “alongados”: treinadores ou terapeutas responsabilizam muitas fezes as dores em uma devida região à músculos “ruins” e músculos “bons”. É uma solução genérica que deve ser evitada. Cada corpo ou lesão é diferente, e deve ser tratado de forma específica.

4. Massagem na região afetada: também conhecida como auto-liberação miofacial (relaxamento ou libertação da musculatura). Ela é indicada com frequência (algumas vezes com o uso de rolos ou equipamentos similares) nas regiões doloridas. Atividades como essa, quando causam dores, devem ser evitadas a todo custo. Infligir mais lesões, mesmo que pequenas, nas regiões afetadas não auxiliam na recuperação da articulação ou musculatura já lesionada.

5. Alongamentos passivos: os alongamentos são as soluções mais sugeridas para toda e qualquer dor nas articulações. Porém, há pouca evidência de que essa seja uma prática eficiente. O que é provado é que, ao se alongar, se desenvolve a tolerância às dores já existentes nas articulações, e não que exista qualquer recuperação das lesões existentes nessas regiões.

Com o tempo, são muitas as mudanças que ocorrem no corpo da mulher, uma das principais é a perda do colágeno que começa em torno dos 30 anos. O colágeno é considerado a ‘cola’ que mantém o corpo no lugar, garantindo a firmeza e elasticidade da pele. Ele também está presente nos ligamentos e tendões, ossos, vasos sanguíneos, córnea e intestino.

O colágeno contém hidroxiprolina responsável pela propriedade de expandir e contrair a pele, mantendo a rigidez. O processo de envelhecimento tem início na perda dessa propriedade, que é acentuada pela menopausa. A perda do colágeno provoca flacidez, aparecimento de rugas, perda de densidade óssea e cartilagem, problemas articulares, enfraquecimento do cabelo e perda de elasticidade da pele.

Sabendo que o colágeno, de certa forma, combate o envelhecimento, é natural que as pessoas busquem suplementá-lo através de produtos de beleza, preenchimentos e alimentação. Outra opção para aqueles que desejam retardar o envelhecimento da pele é a suplementação em cápsulas.

O uso de suplementos alimentares é cercado de mitos. Seu consumo deve seguir sempre orientação médica, e quando usados da forma correta, os suplementos apresentam inúmeros benefícios à saúde.

Uma pesquisa realizada pelo Concil for Responsible Nutrition (CRN) dos Estados Unidos, indicou que a principal razão para o consumo dos suplementos é busca pela melhora da saúde e bem-estar. Contudo, poucas pessoas sabem a forma certa de usá-los.

Também é comum o uso dos suplementos por pessoas que praticam atividades físicas como forma de auxiliar o caminho até seus objetivos. E este consumo tem crescido cada vez mais: em 2015, o crescimento do setor ultrapassou os 12% em relação ao ano anterior.

Os benefícios vão desde a reposição de nutrientes, coadjuvante em tratamentos de patologias, estética, emagrecimento e a otimização de resultados em atividades físicas.

Confira alguns mitos e verdades difundidos sobre suplementação:

Suplemento engorda – MITO

Existe uma grande variedade de suplementos alimentares, todos voltados a algum objetivo. Porém, a auto suplementação, com escolhas inadequadas pode resultar prejuízos à saúde.

Pode ser usado por qualquer pessoa – MITO

Antes de usar qualquer suplementação, a pessoa precisa passar por uma avaliação nutricional para a utilização correta, eficiente e sem danos à saúde.

Precisa ser consumido na hora certa e da forma certa – VERDADE

Cada suplemento tem uma características, função, tipo e tempo de absorção, mecanismo de ação, interações entre outros. Sendo assim, muitos suplementos necessitam ser consumidos em horários específicos.

Pode substituir refeições – MITO

O suplemento tem o objetivo de suprir uma necessidade seja ela de macro ou micronutrientes, mas nunca substituir a alimentação.

Suplemento é composto por vitaminas e outros nutrientes – VERDADE

Eles fornecem nutrientes como vitaminas, minerais, aminoácidos, fibras, proteínas, ácidos graxos e carboidratos que, muitas vezes, não conseguimos obter em quantidade suficiente por meio da alimentação.

A flexibilidade de alguns atletas de diversas modalidades impressiona pela superação dos limites do corpo. O alto treinamento proporciona um total controle dos movimentos, com uma demonstração de força, delicadeza e flexibilidade. Porém, mesmo que não seja para atingir o status desses atletas, alguns esportes favorecem e muito a flexibilidade, melhorando até mesmo o nosso dia a dia, já que o nosso corpo, em uma situação de sedentarismo, tende a enrijecer, tornar mais difícil as nossas atividades e ainda causar machucados e distensões.

Não é preciso absolutamente nenhum equipamento para entrar em forma. Em vez de ter dezenas de equipamentos à sua disposição, tudo o que você terá será o próprio peso do corpo e, quem sabe, o apoio de alguns móveis da sua casa, como cadeira, sofá, escada etc. Mas quais são os melhores exercícios para fazer em casa, se você quer emagrecer ou ganhar massa muscular?