Alimentação

A cartilagem é essencial no nosso corpo, pois é quem recebe todo o impacto sofrido pelas articulações. Seu desgaste causa dores e, ao longo do tempo, fatores como o sobrepeso, idade avançada, ou a prática habitual de exercício físico pode trazer consequências sérias para as articulações que ficam sobrecarregadas.

Por isso é tão importe cuidar do tecido cartilaginoso do organismo, e o cobre pode ser um aliado nesse quesito. O cobre é um oligoelemento que ajuda a regenerar o tecido, um mineral presente especialmente no fígado, no cérebro, no coração, nos rins e no músculo esquelético. Além disso, participa da execução de funções vitais, como na produção de ossos e tecido conectivo, formação de colágeno, aumenta a absorção de ferro, estimula a produção de energia e colabora na produção de melanina.

Sua deficiência pode ocasionar osteoporose, dor nas articulações e anemia, entre outros problemas. Porém, sua suplementação se dá na escolha de alimentos ricos nesta substância – as maiores fontes de cobre são os crustáceos (especialmente a ostra e o caranguejo), o fígado, os cereais, as nozes, os legumes e o chocolate amargo. Mas também se pode encontrar o cobre nas batatas, ervilhas, carne vermelha, cogumelos e em algumas frutas, como o coco, a papaia, a uva e a maçã.

Já se sabe que a relação que as pessoas têm com a comida vai além do se alimentar para garantir a própria sobrevivência. Comemos para matar a fome, mas também comemos por prazer, algumas vezes, comemos por ansiedade e mesmo por algum distúrbio. Algumas vezes simplesmente não nos alimentamos por uma dieta, ou não da forma correta, mesmo sabendo da importância do equilíbrio alimentar para a saúde.

É para estabelecer uma boa relação com a alimentação que existe a nutrição comportamental. O método entende que a forma com lidamos com a alimentação é acima de tudo psicológica, emocional, fisiológica e social, e por isso, se alimentar com culpa, ou compulsivamente, são desequilíbrios que devem ser tratados.

A mudança do comportamento alimentar envolve estratégias de aconselhamento nutricional, técnicas do comer intuitivo, terapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional e táticas para comer com atenção plena.

O objetivo da nutrição comportamental não é emagrecer, mas essa é consequência natural do método já que melhoramos a relação com os alimentos. Isso porque passamos a ver a importância de optarmos por alimentos mais saudáveis, respeitando as necessidades e as reações do corpo.

Mais do que se basear em dietas, a estratégia para ajudar os pacientes é através da orientação nutricional e da comunicação, estabelecendo um vínculo saudável com a comida.